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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Manivela intestinal

Método bastante usado na época medieval para coletar informações de criminosos, mas ninguém sobreviveu. A vítima, consciente, era amarrada a uma mesa, onde é feita uma incisão no seu abdômen larga o suficiente para caber a mão do torturador dentro. Com um gancho o intestino delgado é separado do fundo do estômago e ligado a uma manivela. Lentamente, a manivela retira de 3 a 6 metros de intestino (tamanho médio do intestino humano), centímetro por centímetro. Durante todo o processo a vítima estava consciente. A morte, que não era imediata, era causada por uma combinação de dor extrema e perda de sangue.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Revelações de um esquizofrênico

Todo o conteúdo do livro Revelações de um Esquizofrênico, escrito por Jorge Beltrão Negromonte da Silveira, acusado de canibalismo na cidade de Garanhuns. Ele conta vários detalhes importantes de sua vida, vocês vão entender um pouco de como ele se comportava e quais as visões que ele tinha dos lugares onde viveu.



segunda-feira, 30 de abril de 2012

Cinto de castidade

A utilização do cinto de castidade remonta ao ano de 1400, quando aparece na Itália. Foi principalmente usado por lá, mas depressa se espalhou por toda a Europa.

 Sempre existiram interpretações diferentes sobre o seu possível uso.Alguns historiadores declaram que o cinto de castidade não era um instrumento que tinha por objetivo causar sofrimento, seria um artifício destinado a prevenir as mulheres, por exemplo quando seu marido estava ausente durante muito tempo (situação muito frequente na época dos descobrimentos), do possível risco de violação. Como alguns cintos de castidade eram feitos de materiais preciosos (prata por exemplo), alguns historiadores afirmam que eles seriam dados a mulheres como para um presente dos seus maridos ou amantes para encorajá-las a serem fiéis.

Por outro lado, outra leva de historiadores afirma que os cintos de castidade podem ter sido usados de forma obrigatória, com o intuito de torturar físico ou psicologicamente pessoas inocentes, para intimidar, punir, coagir ou para obter confissões.

O cinto de castidade masculino é menos famosos do que o feminino, e era usado por servos que serviam nos castelos. Servia para impedir estupros, os quais podiam ter como alvo não só as mulheres em geral, moradoras dos castelos, como também as esposas das senhoras feudais. Foi muito usado na baixa Idade Média, época da decadência da nobreza, na Itália, França e Península Ibérica.

sábado, 8 de outubro de 2011

O Corta Joelhos



Os joelhos do acusado eram colocados no meio dessas garras, para serem esmagados lentamente. Às vezes, o aparelho - um dos preferidos pelos espanhóis - era aquecido, para aumentar a dor da vítima. Outras partes do corpo eram colocadas nas garras, como os pulsos, cotovelos, braços, ou as pernas. A idéia era inutilizar as articulações da vítima, ou o método servir como o início da tortura, visto que não era mortal em grande parte dos casos.

Ver também: Esmagamento por Elefante

O Rack


Nenhuma câmara de tortura estaria completa sem este instrumento, conhecido também como Banco da Tortura.
A vítima era colocada nessa mesa, e cordas eram amarradas nos seus membros superiores e inferiores. Um algoz enrolava a corda vagarosamente, até que as articulações se deslocassem, o que causava dor extrema na vítima. Alguns algozes mais afoitos chegavam a arrancar braços e pernas, matando por hemorragia. Mais tarde foram incorporadas lanças para estocar a vítima enquanto ela ia sendo esticada…

Ver também: Strappado

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Empalamento Invertido


A vítima era suspensa pelos pés, o que impedia a hemorragia e facilitava a oxigenação do cérebro. E assim lhe era enterrada uma estaca de metal no reto, de forma longitudinal, e posta verticalmente já desatado dos pés, tal que lentamente a estaca ia lacerando suas víceras e músculos com o passar de dias. Foi praticada pelos janízaros turcos que invadiam o leste da Europa no século XV.

Ver também: Empalamento

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Touro de Bronze

O Touro de Bronze foi umas das mais cruéis formas de tortura e execução que o homem já criou, criado em VI A.C., na Sicília.
O aparelho era uma escultura oca de bronze de um touro mugindo, tinha tuas aberturas o dorso e a boca onde colocava-se algo parecido com um trompete.
A vitima era colocada pela abertura no dorso e então a escultura era colocada sob uma fogueira. À medida que a temperatura aumentava no interior do Touro, o ar ficava escasso, e o executado procuraria meios para respirar e a única forma era na boca do touro, fazendo um barulho estrondoso semelhante ao mugido do animal.

sábado, 4 de setembro de 2010

Strappado


O Strappado também conhecido como pêndulo era uma das formas mais fáceis e logo mais usadas de tortura na Idade Média. Tudo o que era necessário era uma corda e uma viga robusta.



Os pulsos da vítima eram amarrados atrás das costas e a corda passada por cima da viga. Ela era então repetidamente içada e largada causando grande dor, processo este que terminaria na deslocação dos ombros.





Acredita-se que Maquiavel foi sujeito a este tipo de tortura aquando da sua prisão em 1513.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Esmagamento por elefante


Foi um método de execução comum para os condenados a morte no sul e sudeste asiático, principalmente na India, durante quase 4.000 anos. Os elefantes eram utilizados para esmagar, desmembrar e torturar os prisioneiros em execuções públicas. A utilização dos elefantes, muitas vezes atraíu o interesse dos viajantes europeus, que se horrorizavam com as cenas e mais tarde relatavam para espécies de jornais da época e em relatos sobre a viajem a Ásia. A pratica foi abolida pelos impérios europeus que colonizram a região  nos séculos XVIII e XIX.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Choques Elétricos


Os instrumentos mais utilizados para torturar prisioneiros com choques elétricos são os bastões elétricos. Estes podem liberar uma descarga elétrica de até 300.000 volts, e são usados nas partes mais sensíveis do corpo: boca, planta dos pés, nos genitais, nos peitos e no pescoço.






Por vezes vários bastões são utilizados ao mesmo tempo para torturar um prisioneiro, podendo ainda este ser molhado com água para intensificar a dor.




A pele quando exposta a choques fortíssimos acaba por se queimar e rasgar e a vítima sangra abundantemente das feridas inflingidas pelos choques.

Aqui vocês podem ver duas fotos de vítimas que sofreram a tortura por choques elétricos, a primeira sobreviveu a segunda não:



sábado, 15 de maio de 2010

Queimaduras


 Este tipo de tortura é muito utilizado em todo o mundo uma vez que os “instrumentos de tortura” são vulgares objetos do ctidiano. Cigarros, isqueiros e até mesmo ferros de passar podem se transformar em poderosas formas de causar dor e forçar uma confissão.

Aqui fica uma imagem de uma das milhares de vítimas que sofreram este tipo de tortura. A imagem é forte.


Interrogatório no “Strappado” (Bessonov Nicolay) (1992)


sábado, 24 de abril de 2010

A Pata do Gato


Este instrumento muito parecido com uma pata de gato de garras afiadas e muito longas foi brutalmente utilizado para rasgar a carne da vítima em farrapos.

Por causa da dimensão das garras, músculos e ossos não eram obstáculo nesta bárbara tortura. A pata do gato era naturalmente usada com as vítimas amarradas nas mãos e nos pés.

A Forquilha dos Hereges

Este instrumento era composto de dois pequenos garfos , um oposto ao outro e as pontas tocando na carne, uma sob o queixo e a outra sobre o peito.

Um colarinho pequeno apoiava o instrumento prevenindo assim qualquer movimento da vítima. Os garfos estavam colocados de forma a não penetrar em pontos vitais, prolongando assim o sofrimento da vítima antes da morte.
Obviamente, as mãos da vítima estariam amarradas atrás das costas, impedindo assim qualquer tentativa de resistência.

Bastante usado nos tempos da Inquisição para incitar a confissão real ou imaginária de heresias, a forquilha sempre inspirou medo entre as suas vítimas.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Comida Forçada

Esta forma de tortura como o próprio nome indica consistia simplesmente em forçar alguém a comer contra a sua vontade.

Normalmente é aplicada em prisioneiros que se encontram em greve de fome, mas também há registos de ter sido usada como método de tortura principalmente em campos de trabalho forçado na China, na Ex-URSS e mais recentemente em Guantanamo e na prisão de Abu Ghraib no Iraque. As forças norte-americanas neste país são acusadas de forçar os prisioneiros islâmicos a comer carne de porco e beber vinho, o que vai contra a sua religião.

Na tortura eram utilizados tubos (quase sempre não esterilizados) que eram forçados pela boca e nariz da vítima diretamente até ao estômago. Houve casos em que os tubos penetraram os pulmões, provocando graves lesões, o que demonstra o desconhecimento e brutalidade dos carrascos.

No verão de 2003 prisioneiros do campo de trabalhos forçados de Gaoyang, na China, pertencentes aos Falun Gong foram forçados a ingerir urina e excrementos humanos, naquilo que foi encarado pelas autoridades chinesas como uma inovadora forma de tortura, tendo sido enviados a esse campo pessoal de outros campos para “aprenderem” a técnica.

A ingestão forçada de alimentos ou de outras substâncias como água a ferver, detergente ou excrementos para além de causar vômitos, convulsões, várias lesões internas, é uma forma de tortura usada atualmente e que culmina muitas vezes na morte da vítima.


terça-feira, 20 de abril de 2010

Limpeza da Alma (Tortura pela Água)

Nos países católicos na idade média, existia a crença que a alma dos hereges e das bruxas estava corrompida e possuida pelo diabo. Optava-se então pela limpeza da alma antes do castigo (que seria a morte).

A vítima seria amarrada a um banco ou mesa, e um funil ou algo semelhante seria introduzido na sua boca sendo então obrigada a ingerir vários líquidos a ferver: água a escaldar, fachos escaldantes, até mesmo sabão.

A tortura pela água, era a consequência que um suspeito sofria caso não confessasse num interrogatório. Ele seria obrigado a ingerir grandes quantidades de água até o seu estômago atingir enormes proporções, causando grande agonia, até confessar, ou então eventualmente até a água atingir os pulmões acabando por o afogar.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Empalamento

Este é sem dúvida um dos mais revoltantes castigos jamais idealizados pelo homem. Consistia em espetar uma estaca afiada no corpo da vítima. A penetração podia ser pelos lados, pelo reto, ou até pela boca. A estaca normalmente seria plantada no chão, deixando a vítima em agonia suspensa à espera da morte.
Em algumas formas de empalamento, a estaca seria inserida a fim de evitar morte imediata, e seria inserida de forma a prevenir a perda de sangue, estendendo a agonia da vítima durante longas horas quando não dias. Um meio de alcançar esta morte gradual seria inserir a estaca pelo ânus no corpo da vítima deixando-a perfurar lentamente e procurando evitar o coração prolongando assim o sofrimento.

Este tipo de tortura foi vastamente utilizada por diversas civilizações no mundo inteiro, sobretudo na arábia e europa. Os assírios da antiguidade, conhecidos por inventarem diversos métodos de tortura dos mais cruéis, séculos antes de Cristo, empalavam os inimigos derrotados em guerras e civis que cometiam certos crimes. Diz a lenda que Assurbanípal, monarca assírio das antiguidades, gostava de assistir a sessões de empalamento enquanto fazia as refeições.

Este método de execução marca presença no filme Cannibal Holocaust. Ficam aqui duas imagens do filme:

Ver também: Empalamento Invertido

A Pêra

O seu nome provém da sua forma. Este instrumento tem um mecanismo de parafuso que progressivamente vai se expandido até a abertura máxima dos dois ou três elementos de que é feito.

A pêra era então forçada na boca ou reto das vítimas masculinas e na vagina das vítimas femininas. A pêra retal, vaginal ou oral foi infligida nas pessoas suspeitas de homossexualismo, sodomia, em mulheres suspeitas de adultério e nas pessoas suspeitas de incesto ou “união sexual com Satã”, era também foi infligida em pregadores heréticos ou mentirosos.

Esta tortura tem implícita em si a ideia de infligir o castigo que era posto ao tipo de crime que a pessoa tinha cometido.

Os usos diferentes da pêra oral, anal ou vaginal normalmente eram determinados pelo suposto crime. Um acusado de praticar atos homossexuais seria torturado analmente. Uma bruxa ou um mentiroso receberia a pêra oral.

De acordo com o livro “Torture Instruments: From the Middle Ages to the Industrial Era” a pêra tinha os seguintes efeitos:

São forçados na boca, reto ou vagina da vítima e aí aberta por força do parafuso até à abertura máxima dos segmentos. O interior da cavidade em questão é irremediavelmente mutilado, quase sempre fatalmente. Os dentes pontiagudos no final dos segmentos servem para melhor rasgar a garganta, os intestinos ou o útero.

domingo, 18 de abril de 2010

A Virgem de Nuremberga (A Dama de Ferro)

O nome deste instrumento parece ter a sua origem num protótipo que foi construído na cidade de Nuremberga. Também é dito que este tipo de sarcófago teve um rosto de donzela esculpido na sua porta principal provavelmente com o objectivo de tornar este horrível contentor ainda mais refinado.

O sarcófago foi contruído com pontas no interior que perfuravam diversas partes diferentes do corpo mas nunca os órgãos vitais isto para manter a vítima viva em posição vertical.

Este mecanismo seria aberto tanto da frente como do lado traseiro sem que a vítima fosse capaz de sair. O sarcófago era tão grosso que nenhum grito poderia ser ouvido de fora a menos que as portas fossem abertas.

Quando as portas do sarcófago eram fechadas, as pontas de ferro afiadas penetrariam as mesmas partes do corpo e nas mesmas feridas como dantes, infligindo uma longa e cruel agonia.


O Berço de Judas

Neste instrumento mediaval a vítima era despida e pendurada por um cinto de ferro à volta da cintura, com as mãos e pés bem presos. As suas pernas eram mantidas levemente abertas por um pau de tal forma que ele só poderia movê-las ao mesmo tempo.

Era erguido sobre uma pirâmide pontiaguda, as suas pernas eram estendidos para a frente e unidas com uma corda nos tornozelos. A vítima seria abaixada sobre o topo afiado da pirâmide onde esta penetretraria o ânus ou vagina. Assim a vítima, com os seus músculos contraídos, não poderia relaxar ou cair no sono.